Ainda lembras do que isto quer dizer? :))
quinta-feira, 16 de junho de 2011
terça-feira, 14 de junho de 2011
Sorri para mim
Olha para mim meu doce!
Não fales! Não precisas.
Conheço os teus silêncios.
Como conheço os teus risos e os teus medos.
Da-me apenas aquele sorriso,
em que a tua lingua se curva
no canto dos teus labios
e mostram o branco dos teus dentes.
Senta ali...sim aí mesmo!
Agora toca o teu cabelo,
atrás da orelha direita.
Enrola-o, faz aquele caracol,
que prendes entre os dedos,
enquanto olhas para o nada.
Sentes como te admiro?
Não fales! Não precisas!
Porquê? - perguntas mais uma vez.
Porque te amo!
Como poderia não te ter amado?
Não quero ouvir mais nada!
Pxxiuu...
Não fales! Não precisas!
Despe-te de ti, veste-te de nós e
deixa que te prenda à minha pele,
para que juntos encontremos o caminho.
Não fales! Não precisas.
Conheço os teus silêncios.
Como conheço os teus risos e os teus medos.
Da-me apenas aquele sorriso,
em que a tua lingua se curva
no canto dos teus labios
e mostram o branco dos teus dentes.
Senta ali...sim aí mesmo!
Agora toca o teu cabelo,
atrás da orelha direita.
Enrola-o, faz aquele caracol,
que prendes entre os dedos,
enquanto olhas para o nada.
Sentes como te admiro?
Não fales! Não precisas!
Porquê? - perguntas mais uma vez.
Porque te amo!
Como poderia não te ter amado?
Não quero ouvir mais nada!
Pxxiuu...
Não fales! Não precisas!
Despe-te de ti, veste-te de nós e
deixa que te prenda à minha pele,
para que juntos encontremos o caminho.
segunda-feira, 13 de junho de 2011
domingo, 12 de junho de 2011
sábado, 11 de junho de 2011
Quanto desejo
Chamam-lhe Quarto 3 Desejos! Era aqui que começaria o primeiro, ou o último, depois se veria...Bastava teres esperado dois dias e teres tido consciência dos desejos que escondo em mim...
sexta-feira, 10 de junho de 2011
Flor de plástico ou incertezas eternas?
Bolas, são 5 da manhã! Há mais de 7 horas que estamos aqui sentados em frente ao computador! Quantas vezes já aconteceu? Muitas...as suficientes para perceber que o assunto não se esgota, tal como noutras situações...parece que não há tempo para tudo o que queremos...e acabamos perdidos em nós e na nossa diferença.
Gostava de tirar-te esses vincos que a vida te deixou, como se fosse um ferro a vopor daqueles que engomam numa única passagem. Acho que nem um ferro a brasas teria tanta energia para o fazer...e eu, de caldeira ligada, gostava de te poder aliviar dessas marcas profundas que têm um aspecto de tecido tingido e subsitui-las pelo toque acetinado que balança ao sabor dos teus movimentos e da tua vontade. Talvez, mesmo sem te aperceberes, te vá aliviando algumas. Talvez tenha sido esse o motivo do nosso encontro nesta cesta de roupa que é a vida...
Em cada palavra que soltamos, em cada pensamento que as nossas conversas nos exigem, procuro perceber que raio de bola e cristal terás tu...quando tento deitar água numa flor, que mesmo de plástico, tenta brotar...tu tens o poder de aparecer na altura certa (ou não) e me mostrares que essa flor é apenas de plático e que não tem como crescer...fazes-me, mesmo sem saberes, deitar tudo por terra...ou por vaso...e ficar ali, novamente perdida...porque não te compreendo, porque não percebo...e principalmente porque não fazes questão de esclarecer...
Gostava de tirar-te esses vincos que a vida te deixou, como se fosse um ferro a vopor daqueles que engomam numa única passagem. Acho que nem um ferro a brasas teria tanta energia para o fazer...e eu, de caldeira ligada, gostava de te poder aliviar dessas marcas profundas que têm um aspecto de tecido tingido e subsitui-las pelo toque acetinado que balança ao sabor dos teus movimentos e da tua vontade. Talvez, mesmo sem te aperceberes, te vá aliviando algumas. Talvez tenha sido esse o motivo do nosso encontro nesta cesta de roupa que é a vida...
Em cada palavra que soltamos, em cada pensamento que as nossas conversas nos exigem, procuro perceber que raio de bola e cristal terás tu...quando tento deitar água numa flor, que mesmo de plástico, tenta brotar...tu tens o poder de aparecer na altura certa (ou não) e me mostrares que essa flor é apenas de plático e que não tem como crescer...fazes-me, mesmo sem saberes, deitar tudo por terra...ou por vaso...e ficar ali, novamente perdida...porque não te compreendo, porque não percebo...e principalmente porque não fazes questão de esclarecer...
domingo, 5 de junho de 2011
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