segunda-feira, 21 de fevereiro de 2011
domingo, 20 de fevereiro de 2011
sábado, 19 de fevereiro de 2011
sexta-feira, 18 de fevereiro de 2011
O que há em mim...
Há sem dúvida quem ame o infinito,
Há sem dúvida quem deseje o impossível,
Há sem dúvida quem não queira nada -
Três tipos de idealistas, e eu nenhum deles:
Porque eu amo infinitamente o finito,
Porque eu desejo impossivelmente o possível,
Porque eu quero tudo, ou um pouco mais, se puder ser,
Ou até se não puder ser...
A.C.
Há sem dúvida quem deseje o impossível,
Há sem dúvida quem não queira nada -
Três tipos de idealistas, e eu nenhum deles:
Porque eu amo infinitamente o finito,
Porque eu desejo impossivelmente o possível,
Porque eu quero tudo, ou um pouco mais, se puder ser,
Ou até se não puder ser...
A.C.
quinta-feira, 17 de fevereiro de 2011
Está dificil...tento e tento...mas está dificil
Na última noite fiz um esforço tremendo para não adormecer, pedi-te para parares o tempo naquele momento e tu sorriste-me...mas eu sabia que quando o sol nascesse não eras mais meu...sempre foi assim...
Não consegui, o sono venceu-me e de ti ficou a saudade...
Hoje adormeço para não sentir o frio que a tua ausência me provoca...n esperança de um dia, um noite...voltes a sorrir para mim e congeles o tempo nesse instante...
quarta-feira, 16 de fevereiro de 2011
quinta-feira, 27 de janeiro de 2011
Tudo é de repente...sem tempo para assentar
DE REPENTE do riso fêz-se o pranto
silencioso e branco como a bruma
E das bocas unidas fêz-se espuma
E das mãos espalmadas fêz-se o espanto.
De repente da calma fêz-se o vento
Que dos olhos desfez a última chama
E da paixão fêz-se o pressentimento
E do momento imóvel fêz-se o drama.
De repente, não mais que de repente
Fêz-se de triste o que se fêz amante
E de sozinho o que se fêz contente.
Fêz-se do amigo próximo o distante
Fêz-se da vida uma aventura errante
De repente, não mais que de repente.
Vinicius de Moraes, in 'O Operário em Construção
silencioso e branco como a bruma
E das bocas unidas fêz-se espuma
E das mãos espalmadas fêz-se o espanto.
De repente da calma fêz-se o vento
Que dos olhos desfez a última chama
E da paixão fêz-se o pressentimento
E do momento imóvel fêz-se o drama.
De repente, não mais que de repente
Fêz-se de triste o que se fêz amante
E de sozinho o que se fêz contente.
Fêz-se do amigo próximo o distante
Fêz-se da vida uma aventura errante
De repente, não mais que de repente.
Vinicius de Moraes, in 'O Operário em Construção
terça-feira, 25 de janeiro de 2011
Não fossem os outros à minha volta neste instante...
quinta-feira, 23 de dezembro de 2010
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